Café Familiar
Pão de fermentação natural, café coado na hora e os queijos da casa numa mesa posta — de manhã ou à tarde. Para grupos de até 12 pessoas, na fazenda Corrente Canoa.
Cada peça que sai da fazenda leva uma parte da nossa cultura. Servimos o que comemos em casa.
A microbiota natural do nosso leite cru, 100% integral, é que dá o caráter a cada queijo.
Leite cru, pingo, coalho e sal — e só. Nada de atalho.
Tradição familiar, outras mãos, mesma receita.
O microclima da serra mineira molda o pasto, o leite e, enfim, o terroir de cada queijo.
Envolto em resina, 120 dias de maturação lenta.
Quatro queijos, uma viagem pelo Mar de Morros.
Sabor delicado, profundamente lácteo, textura macia.
Complexidade que chega sem apagar a delicadeza do leite.
Untuoso, aromas intensos, sabor que permanece.
Fungos naturais da fazenda desenham flores vivas na casca.
A meia cura abraçada por ervas frescas e pimenta calabresa.
Meia peça do nosso Meia Cura — mesma doçura láctea.
Meia peça do Maturado 30 dias, pra provar sem pressa.
Meia peça do Maturado 60 dias — camadas de sabor.
Meia peça do Capa Preta — elegância em porção menor.
Quatro maneiras de viver a Du Pidrim: na nossa mesa, na sua mesa ou na mesa de quem você quer presentear.
Pão de fermentação natural, café coado na hora e os queijos da casa numa mesa posta — de manhã ou à tarde. Para grupos de até 12 pessoas, na fazenda Corrente Canoa.
Uma tarde de conversa lenta, com tábua harmonizada — vinho tinto encorpado, geleia artesanal, mel da serra. Curadoria conduzida pela família.
Em breveQuatro queijos da casa, harmonizações em três tempos e a história da família contada à mesa. Ideal para encontros corporativos e celebrações reservadas.
Caixas curadas com queijo, geleia, mel e cartão escrito à mão. Para gratidões importantes — clientes, parceiros, datas que pedem mais que um cartão de presentes.
Montar caixa →Seu Pedro — o Pidrim — tirava setenta litros de leite por dia, na mão, e já era reconhecido pelos queijos artesanais que fazia. Em 2019, o filho Mírio Pedro deixou o Rio de Janeiro com a esposa Viviane e o filho Pedro Henrique e voltou pra cuidar da fazenda da família em São João Evangelista. Reestruturamos a queijaria — e, em março de 2025, chegou o registro e o selo Arte. As mãos hoje são as da segunda e terceira gerações: a mesma receita, os mesmos quatro ingredientes.

Seu Pedro Marques perdeu a mãe aos nove anos e o pai aos dez. Enfrentou a dureza da infância até ser acolhido pelo Sr. Levi. Foi na fazenda dele que o menino virou homem — aprendeu a lidar com gado, ganhou caráter e hombridade e, sobretudo, descobriu o ofício que mudaria sua vida: o queijo.

Com o que aprendeu na fazenda do Sr. Levi, Seu Pedro construiu independência. Começou com pequenos lotes de gado, comprou suas próprias terras e, peça por peça, fez nome. O queijo virou sustento e reconhecimento — chegando a Brasília, Belo Horizonte e São Paulo.

Apresentado por amigos, vivendo cidades diferentes — ele em Jacuri, ela em São João Evangelista — namoraram à distância antes de casar e morarem na fazenda Corrente Canoa. Dona Avani era empreendedora: vendia doces, queijos, frangos. Seu Pedro a admirava profundamente e, em três filhos, construíram uma união de muito amor, respeito e harmonia.

Veio a proibição do queijo artesanal e a entrada dos atravessadores. Seu Pedro parou de produzir, passou a vender só o leite — e a renda minguou. Sem outra alternativa, atravessou para os Estados Unidos. Trabalhou duro, longe de casa, sustentando a família e segurando a fazenda nos ombros, com o peso emocional que só quem deixou tudo para trás conhece.

Dona Avani adoeceu. Seu Pedro reduziu tudo o que fazia para cuidar dela nos últimos anos. Quando ela partiu, parte da vitalidade dele foi junto. A casa esvaziou de um jeito que só a família percebe — mas a história, ainda assim, não terminava ali.

Mírio Pedro deixou uma carreira consolidada no Rio de Janeiro e voltou para a fazenda. Trouxe a família consigo e se dedicou a revitalizar a produção de queijos como forma de honrar a memória dos pais. O leite cru, o pingo, o coalho e o sal — os mesmos quatro de sempre — voltaram para o tacho. A receita do Sr. Pedro nas mãos, agora, da segunda e terceira gerações.
Órfão jovem, Seu Pedro é acolhido pelo Sr. Levi e aprende a lidar com gado e produzir queijo.
Os queijos viram divisor de águas — terra própria, reconhecimento em Brasília, BH e São Paulo.
Casamento com Dona Avani na Corrente Canoa. Três filhos, parceria sem desentendimentos.
Proibição do queijo artesanal e atravessadores — Seu Pedro atravessa para os EUA para sustentar a fazenda.
Cuidado integral com Dona Avani nos últimos anos. Sua partida muda tudo.
Mírio Pedro volta do Rio com a família, retoma a produção, honra o legado. Segunda e terceira gerações à frente.
“Uma experiência que evoca memórias de infância no campo. O queijo do Mírio é o sabor da minha avó.”
“Qualidade excepcional, perfeita para momentos especiais. Mandei como presente e virou tradição da empresa.”
“Sinto-me transportado para o interior mineiro a cada fatia. A história da família torna o queijo ainda mais saboroso.”
Degustações guiadas pela família, tour pela maturação e mesa posta com os queijos da casa. Terça a domingo, com agendamento.