Café da Manhã Familiar
Pão de fermentação natural, café coado na hora e os queijos da casa numa mesa posta sob a luz do amanhecer mineiro. Para grupos de até 12 pessoas, na Corrente Canoa.
Reservar manhã →Cada peça que sai da fazenda é um pedaço de uma cultura inteira. Servimos o que comemos em casa.
Nada de fermentos industriais. A própria vida do leite mineiro dá o caráter a cada queijo.
Leite cru, pingo, coalho e sal — e só. Nada de fermento industrial, nada de atalho. O caráter vem do leite mineiro.
O método veio dos avós. As mãos hoje são as do Pidrim e da família — mesma receita, mesma hora.
O microclima da serra mineira molda o pasto, o leite e, enfim, cada casca.
Maturação prolongada, casca selada com cera preta.
Quatro queijos, uma viagem pelo Mar de Morros.
Equilíbrio clássico mineiro, casca ocre, miolo macio.
Textura aveludada, sabor doce e leitoso.
A meia cura abraçada por ervas frescas e pimenta calabresa.
Mofos brancos e cinzentos desenham flores vivas na casca.
Quatro maneiras de viver a Du Pidrim: na nossa mesa, na sua mesa ou na mesa de quem você quer presentear.
Pão de fermentação natural, café coado na hora e os queijos da casa numa mesa posta sob a luz do amanhecer mineiro. Para grupos de até 12 pessoas, na Corrente Canoa.
Reservar manhã →Uma tarde de conversa lenta, com tábua harmonizada — vinho tinto encorpado, geleia artesanal, mel da serra. Curadoria conduzida pela família.
Agendar reunião →Quatro queijos da casa, harmonizações em três tempos e a história da família contada à mesa. Ideal para encontros corporativos e celebrações reservadas.
Reservar degustação →Caixas curadas com queijo, geleia, mel e cartão escrito à mão. Para gratidões importantes — clientes, parceiros, datas que pedem mais que um cartão de crédito.
Montar caixa →A Du Pidrim não nasceu de um plano de negócios. Nasceu de um menino órfão que aprendeu a fazer queijo numa fazenda emprestada, do amor que ele encontrou em Dona Avani, da travessia para os Estados Unidos e da volta de um filho à terra do pai.

Seu Pedro Marques perdeu a mãe aos nove anos e o pai aos dez. Criado pelos irmãos, enfrentou a dureza da infância sem recuo até ser acolhido pelo Sr. Levi. Foi na fazenda dele que o menino virou homem — aprendeu a lidar com gado, ganhou caráter e hombridade, e, sobretudo, descobriu o ofício que mudaria sua vida: o queijo.

Com o que aprendeu na fazenda do Sr. Levi, Seu Pedro construiu independência. Começou com pequenos lotes de gado, comprou suas próprias terras e, peça por peça, fez nome. O queijo virou sustento e reconhecimento — chegando a Brasília, Belo Horizonte e São Paulo.

Apresentado por amigos, vivendo cidades diferentes — ele em Jacuri, ela em São João Evangelista — namoraram à distância antes de casar e morarem na fazenda Corrente Canoa. Dona Avani era empreendedora: vendia doces, queijos, frangos. Seu Pedro a admirava profundamente e, em três filhos, construíram uma união sem desentendimentos aparentes — só respeito e harmonia.

Veio a proibição do queijo artesanal e a entrada dos atravessadores. Seu Pedro parou de produzir, passou a vender só o leite — e a renda minguou. Sem outra alternativa, atravessou para os Estados Unidos. Trabalhou duro, longe de casa, sustentando a família e segurando a fazenda nos ombros, com o peso emocional que só quem deixou tudo para trás conhece.

Dona Avani adoeceu. Seu Pedro reduziu tudo o que fazia para cuidar dela nos últimos anos. Quando ela partiu, parte da vitalidade dele foi junto. A casa esvaziou de um jeito que só a família percebe — mas a história, ainda assim, não terminava ali.

Mírio largou uma carreira promissora no Rio de Janeiro e voltou. Trouxe a família consigo e se dedicou a revitalizar a produção de queijos como forma de honrar a memória dos pais. O leite cru, o pingo, o coalho e o sal — os mesmos quatro de sempre — voltaram para o tacho. A receita é a do Sr. Levi, passada por Seu Pedro. As mãos, agora, são as da terceira geração.
Órfão jovem, Seu Pedro é acolhido pelo Sr. Levi e aprende a lidar com gado e produzir queijo.
Os queijos viram divisor de águas — terra própria, reconhecimento em Brasília, BH e São Paulo.
Casamento com Dona Avani na Corrente Canoa. Três filhos, parceria sem desentendimentos.
Proibição do queijo artesanal e atravessadores — Seu Pedro atravessa para os EUA para sustentar a fazenda.
Cuidado integral com Dona Avani nos últimos anos. Sua partida muda tudo.
Mírio volta do Rio com a família, retoma a produção, honra o legado. Terceira geração à frente.
“Uma experiência que evoca memórias de infância no campo. O queijo do Mírio é o sabor da minha avó.”
“Qualidade excepcional, perfeita para momentos especiais. Mandei como presente e virou tradição da empresa.”
“Sinto-me transportado para o interior mineiro a cada fatia. A história da família torna o queijo ainda mais saboroso.”
Degustações guiadas pela família, tour pela maturação e mesa posta com os seis queijos. Terça a domingo, com agendamento.